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sexta-feira, 24 de abril de 2009

“Faça amor não faça Guerra”.



40 anos depois...


Contestação ao sistema, conscientização, alienação e união de um sonho de luta por um mundo socialista com as idéias individuais de liberdade e prazer, caracterizavam uma geração que arriscou a vida pelo afã de respeito e contra a ditadura. De outro lado, 40 anos mais tarde surge uma legião de mentes menos intensas em relação às questões revolucionárias. Trata-se de uma geração pé-no-chão.

Cada geração impõe sua parte na evolução das idéias e comportamentos. Os jovens de hoje enfrentam problemas diferentes dos jovens rebeldes de 68. Nasceram na era da informação, cresceram em um mundo globalizado, sem convulsões das guerras e a repressão militar, no entanto convivem com o auge da violência e miséria.

Há 40 anos atrás as ruas da cidade do Rio de Janeiro estavam infestadas de estudantes revolucionários que, sem medo, criticavam as estruturas das Universidades, se rebelavam contra a sociedade moralista e conservadora da época. Uma juventude cansada do sentimento de opressão e repleta de disposição para lutar por seus ideais. Pronta para desafiar o poder, chocar o mundo, quebrar regras e ser feliz.






No lugar de união por um único objetivo, amor livre, excessos e sede por liberdade, aparecem uma série de alterações no comportamento, uma juventude que se divide em tribos (Dreads, emos, grunges, neo-hippies, etc), que vivem de realidade jogando fora a utopia. Que clamam um mundo mais pacífico e justo, sem querer revolucionar tudo, apenas a si mesmos.

Todas essas revoluções econômicas, sociais e culturais dos anos 60 têm ligação direta com a conquista da liberdade de expressão sem represálias e democracia que existe hoje. Conclui-se então que a luta não foi em vão.
A nossa geração não vê mais a história como horizonte de transformações, mas sim como cotidiano. A presença dessa sociedade consumista e individualista aniquila os ideais dos jovens impedindo a ousadia outrora tão explorada por nossos pais.






sábado, 25 de outubro de 2008

De mãos dadas com o social.



A realidade das favelas e periferias é cruel, as crianças deixam de estudar e com o tempo as únicas portas abertas são as do crime e do tráfico. Todas essas crianças e adolescentes também sonham, desejam ter um lugar na sociedade, ser reconhecido como gente mas infelizmente viver neste mundo não é uma questão de escolha e sim falta de opção.


Projeto AdolescenTI


Uma oportunidade para Adolescentes de baixa renda conhecerem o mundo da tecnologia da informação, com iniciativa da Petrobrás, Cefet e Unisys. São selecionados alunos de escolas públicas municipais que nunca tiveram contato com um computador.


O projeto oferece um curso com duração de 3 meses, com duas aulas semanais. O conteúdo é basicamente o pacote do Office, os alunos são orientados por profissionais voluntários da Petrobrás. O curso se divide em 4 módulos, a cada módulo um grupo de profissionais diferentes passam o conteúdo. No final todos os alunos que apresentaram uma frequência regular ao curso participam de uma cêrimonia de formatura e recebem um certificado.


Com uma grande dose de boa vontade o projeto tem intuito de abrir portas para o futuro dos adolescentes e também mostrar que apesar das desigualdades existentes, todos são capazes de alcançar um bom lugar, dignamente. Eu faço parte deste time e é indescritivel o prazer que sinto em ajudar. Traga alegria, incentivo e esperança você também. Clique aqui e conheça as diversas formas de como ajudar o mundo a melhorar! Muita gente precisa de você.


abraços.






Pequenos Prazeres.